sábado, 7 de novembro de 2009

O caminho da inexistência.


Mãos trêmulas, coração apertado. Desejo a morte, que ela venha. Sem o seu amor não há vida. Será esse o meu lado sombrio? Não é somente o que quero. Quero não viver, inexistência. Sinto fortes pulsações no meu peito. Errar é humano, mas agora isso não importa mais. Errei com quem eu deveria mais acertar. Por um simples gesto falhei.
Mas desculpas não importam mais, já ocorreu. Eu lhe perdi, a perdi na escuridão de uma noite sem lua. Lua essa quem sempre irá me guiar, uma lua que me conforta.
Estou caminhando em um rumo. Para onde? Não sei. Só sei que o caminho é seco, frio e muito sombrio.

O caminho da inexistência.



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